Na verdade, quando se trata de falar sobre o real, não há diferença entre o sono e a vigília, mas convém que não distorçamos os fatos que identificam que nossas experiências oníricas são falsas ou que apenas as experiências de vida que são experiências de vigília sejam reais. Parece que, atualmente, decidiu-se negar o valor do sonho nas sociedades tradicionais (só porque os nossos sonhos não são mais significativos do que o nosso desconforto psíquico).
[extraído de
El secreto de Muhammad: la experíencia chamánica del Profeta del Islam, de Abdelmumin Aya, p.66 - tradução de Muhammad F.]
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